Comprei o meu primeiro LP, Isaac Hayes live at the Sahara Tahoe, quando frequentava o 6º ou o 7º ano no Liceu Nuno Álvares Pereira (não me recordo ao certo do ano, nem das razões que me levaram a escolher este disco como o primeiro de muitos). Amealhando tostão a tostão, numa época em que o 7º ano do liceu bateria aos pontos muitas das licenciaturas e mestrados oferecidos hoje em dia ao jeito das “gandas oportunidades”.
O LP foi gravado em 1973 e inclui temas dos Doors (Light my fire), de Bill Withers (Ain’t no sunshine e Use me), de B. B. King (Rock me baby), de Aaron Walker (Stormy Monday blues) e de Burt Bacharach (The look of love e The windows of the world), entre outros.
O LP foi gravado em 1973 e inclui temas dos Doors (Light my fire), de Bill Withers (Ain’t no sunshine e Use me), de B. B. King (Rock me baby), de Aaron Walker (Stormy Monday blues) e de Burt Bacharach (The look of love e The windows of the world), entre outros.
Hoje, pelos “picos” no vinil, consigo saber quais as faixas que giravam com mais frequência. Windows of the world não era uma delas. Porque procurava temas mais funky e bluesy, com linhas melódicas que os meus tenros ouvidos facilmente assimilassem. The look of love tocava mais vezes, mas não tantas como Light my fire ou Theme from Shaft.
Mas, porque conhecia outras versões por outros músicos, foi com este disco que comecei a associar os temas aos seus compositores. E a estar mais atento ao que escutava nos excelentes programas de rádio do Programa 2 da RDP e no Rádio Clube Portugês FM, onde conseguíamos ouvir música que não a de pastilha elástica. Em Órbita, Morrison Hotel, ... ; e ainda me ecoa nos ouvidos a expressão “Vista do espaço a Terra é azul”, de Terra Viva Planeta Azul (espero não errar muito nestas referências).
Quando o jazz tomou o lugar de outras músicas, e os LPs “rockeiros” começaram a ser vendidos e substituídos, quando os temas dos musicais norte-americanos conseguiram cativar-me, o meu fascínio pelos standards agudizou-se. E manteve-se!
Dos últimos CDs que me entraram pela porta de casa:
Do New York Trio do pianista Bill Charlap
Mas, porque conhecia outras versões por outros músicos, foi com este disco que comecei a associar os temas aos seus compositores. E a estar mais atento ao que escutava nos excelentes programas de rádio do Programa 2 da RDP e no Rádio Clube Portugês FM, onde conseguíamos ouvir música que não a de pastilha elástica. Em Órbita, Morrison Hotel, ... ; e ainda me ecoa nos ouvidos a expressão “Vista do espaço a Terra é azul”, de Terra Viva Planeta Azul (espero não errar muito nestas referências).
Quando o jazz tomou o lugar de outras músicas, e os LPs “rockeiros” começaram a ser vendidos e substituídos, quando os temas dos musicais norte-americanos conseguiram cativar-me, o meu fascínio pelos standards agudizou-se. E manteve-se!
Dos últimos CDs que me entraram pela porta de casa:
Do New York Trio do pianista Bill Charlap
Do saxofonista Ted Nash
Da cantora Trijntje Oosterhuis
Burt Bacharach (1928 - ) é um pianista e um dos mais destacados compositores do Great American Songbook actual.
É indiscutível que na sua música, ainda que catalogada como popular, transparecem elementos do jazz.
A este facto não terão sido indiferentes as suas incursões na 52nd Street onde, na sua juventude, ouviu Charlie Parker e Dizzy Gillespie nos primórdios do Bebop, tendo absorvido as pouco convencionais harmonias e melodias que reflectiu em muitas das suas composições.
Encontramos as suas sofisticadas melodias nos tops de música popular e no repertório de músicos como Dionne Warwick, The Drifters, Aretha Franklin e os Beatles (Baby, it’s you).
E também no cinema: What’s new pussycat (1965), Alfie (1966), Casino Royale (1967) com The look of love e Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969) com Raindrops keep falling on my head.
Tendo sido, e continuando a ser adoptadas por muitas senhoras e cavalheiros do jazz.
O Pescador seleccionou 3 peixes fresquíssimos, acabados de comprar na lota de Bacharach, e adicionou-os ao tacho da caldeirada rica.
É indiscutível que na sua música, ainda que catalogada como popular, transparecem elementos do jazz.
A este facto não terão sido indiferentes as suas incursões na 52nd Street onde, na sua juventude, ouviu Charlie Parker e Dizzy Gillespie nos primórdios do Bebop, tendo absorvido as pouco convencionais harmonias e melodias que reflectiu em muitas das suas composições.
Encontramos as suas sofisticadas melodias nos tops de música popular e no repertório de músicos como Dionne Warwick, The Drifters, Aretha Franklin e os Beatles (Baby, it’s you).
E também no cinema: What’s new pussycat (1965), Alfie (1966), Casino Royale (1967) com The look of love e Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969) com Raindrops keep falling on my head.
Tendo sido, e continuando a ser adoptadas por muitas senhoras e cavalheiros do jazz.
O Pescador seleccionou 3 peixes fresquíssimos, acabados de comprar na lota de Bacharach, e adicionou-os ao tacho da caldeirada rica.









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