Domingo, 27 de Abril de 2008
Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
Primavera
Após estes dias de chuva a Primavera retomou o seu curso.
Ei-la com todo o seu vigor !!!
Ei-la com todo o seu vigor !!!
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Fauna e flora
Jazz na cidade
Ohad Talmor e o seu quinteto NewsReel estiveram em Castelo Branco na passada Terça-feira, na Escola Superior Agrária.
Não, não se tratou de nenhuma questão agrícola; tratou-se de jazz.
Este moço gosta muito de Portugal; que eu saiba já tocou em Braga, em Coimbra, na Madeira, e agora trouxe o jazz até Castelo Branco. Ouvimos composições do próprio, de Coltrane, Ornette Coleman e Warne Marsh. Na escala académica ouviu-se jazz contemporâneo Bom. Que nem feriu as orelhas do Pescador, que nestas matérias é um pouco mais tradicional que o desejável; antes as deixou muito bem tratadas e ansiosas por mais.
Ohad Talmor situa-se na cena jazzística nova-iorquina como saxofonista, compositor e arranjador.
Neste seu último papel ressaltam as colaborações com o Lee Konitz 9net, Steve Swallow 6tet e os Brecker Brothers; igualmente com músicos de outros quadrantes como Martha Argerich, o Spring String Quartet e o Axis String Quartet.
Como saxofonista tocou, entre outros, com Billy Hart, Carla Bley, Chris Potter, Dave Douglas, Jason Moran e Ray Anderson.
Além do quinteto NewsReel está envolvido em projectos como o MOB Trio e o Ohad Talmor & Russ Johnson’s Other Quartet.
E como no jazz é verdadeiro o dito “diz-me com quem tocas e dir-te-ei quem és”, o que há sobre os restantes elementos do quinteto? São considerados músicos promissores da cena nova-iorquina. A saber:
O trompetista Shane Endsley, que lidera o seu grupo Kneebody e colabora no Steve Coleman Five Elements, no Ralf Alessi 4tet e no Tim Bern Trio.
O pianista Jacob Sacks, que colabora no Dave Binney Group e dirige o seu quarteto, que conta com o baterista Paul Motian.
Matt Pavolka no contrabaixo, toca no quarteto de Chris Cheek e na orquestra de Guillermo Klein.
E o baterista Dan Weiss toca, e toca bem, com o Dave Binney – Mark Turner 5tet e com o grupo de Kenny Werner. Não podemos dizer que esteja mal acompanhado.
Todos bons rapazes.
Não, não se tratou de nenhuma questão agrícola; tratou-se de jazz.
Este moço gosta muito de Portugal; que eu saiba já tocou em Braga, em Coimbra, na Madeira, e agora trouxe o jazz até Castelo Branco. Ouvimos composições do próprio, de Coltrane, Ornette Coleman e Warne Marsh. Na escala académica ouviu-se jazz contemporâneo Bom. Que nem feriu as orelhas do Pescador, que nestas matérias é um pouco mais tradicional que o desejável; antes as deixou muito bem tratadas e ansiosas por mais.
Ohad Talmor situa-se na cena jazzística nova-iorquina como saxofonista, compositor e arranjador.
Neste seu último papel ressaltam as colaborações com o Lee Konitz 9net, Steve Swallow 6tet e os Brecker Brothers; igualmente com músicos de outros quadrantes como Martha Argerich, o Spring String Quartet e o Axis String Quartet.
Como saxofonista tocou, entre outros, com Billy Hart, Carla Bley, Chris Potter, Dave Douglas, Jason Moran e Ray Anderson.
Além do quinteto NewsReel está envolvido em projectos como o MOB Trio e o Ohad Talmor & Russ Johnson’s Other Quartet.
E como no jazz é verdadeiro o dito “diz-me com quem tocas e dir-te-ei quem és”, o que há sobre os restantes elementos do quinteto? São considerados músicos promissores da cena nova-iorquina. A saber:
O trompetista Shane Endsley, que lidera o seu grupo Kneebody e colabora no Steve Coleman Five Elements, no Ralf Alessi 4tet e no Tim Bern Trio.
O pianista Jacob Sacks, que colabora no Dave Binney Group e dirige o seu quarteto, que conta com o baterista Paul Motian.
Matt Pavolka no contrabaixo, toca no quarteto de Chris Cheek e na orquestra de Guillermo Klein.
E o baterista Dan Weiss toca, e toca bem, com o Dave Binney – Mark Turner 5tet e com o grupo de Kenny Werner. Não podemos dizer que esteja mal acompanhado.
Todos bons rapazes.
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Ohad Talmor
Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Nazaré, 1980 # 4
Ó freguês, vai um percevezinho de rua?
Aproveite agora, porque em 2008 já não vai haver!
Aproveite agora, porque em 2008 já não vai haver!
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008
Quotes # 27
When people ask me how is it I was a musician, I facetiously say that I'm a firm believer in reincarnation and in a previous life I was Johann Sebastian Bach's guide dog.
George Shearing
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Como José ...
Sinto-me como se me tivessem vendido. Porque me venderam!!! Não é a primeira vez. Já fizeram o mesmo há uns anos. Uma tal de Taixaira. E para mais não sou sindicalizado. Nem quero pensar como me sentiria se fosse. Sempre disse que me sindicalizaria quando existisse um sindicato que zelasse pelos meus direitos enquanto profissional. Até hoje não o fiz.
As vitórias não precisam de ser justificadas para serem vitórias. Que há mais dinheiro? Que há crédito horário? Que quem é mau vai deixar de o ser, porque é faz de conta? Que este ano é o simplex e que o complicadex só vem no próximo? … Tanta justificação e tanto esforço para nos fazerem compreender que afinal ganhámos? Mas a vitória não deveria estar à vista de todos, sem cartões, talões e outras complicações? Vão para o raio que os parta!!!
Tanta celeuma quanto às escolas estarem ou não de acordo com o entendimento ou de bom entendimento com o acordo. Já não interessa. O ferro está frio; já não se pode malhar nele.
E agora, com a saída no Expresso da notícia que revela que tudo foi feito nas nossas costas, que nos venderam à sorrelfa, já muitos estamos em desacordo com o entendimento que tínhamos do acordo.
Há muitos anos que digo que um sindicato não pode servir os seus associados de uma forma independente quando, com uma mão, recebe as quotizações dos profissionais e, com a outra atrás das costas, recebe benesses da tutela. Oxalá estivesse enganado.
As vitórias não precisam de ser justificadas para serem vitórias. Que há mais dinheiro? Que há crédito horário? Que quem é mau vai deixar de o ser, porque é faz de conta? Que este ano é o simplex e que o complicadex só vem no próximo? … Tanta justificação e tanto esforço para nos fazerem compreender que afinal ganhámos? Mas a vitória não deveria estar à vista de todos, sem cartões, talões e outras complicações? Vão para o raio que os parta!!!
Tanta celeuma quanto às escolas estarem ou não de acordo com o entendimento ou de bom entendimento com o acordo. Já não interessa. O ferro está frio; já não se pode malhar nele.
E agora, com a saída no Expresso da notícia que revela que tudo foi feito nas nossas costas, que nos venderam à sorrelfa, já muitos estamos em desacordo com o entendimento que tínhamos do acordo.
Há muitos anos que digo que um sindicato não pode servir os seus associados de uma forma independente quando, com uma mão, recebe as quotizações dos profissionais e, com a outra atrás das costas, recebe benesses da tutela. Oxalá estivesse enganado.
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Ironias
Domingo, 20 de Abril de 2008
Smooth jazz e politiquices
Hoje cito parte de um post recente de James Hale no seu blog Jazz Chronicles:
The Washington Post has a story today about the death of the "smooth jazz" radio format.
While I'm happy to hear less Kenny G, Najee and company on the airwaves, I can't help but fear that what will replace them will be even worse.
Para dizer: não tenho nenhum receio do Governo que possa suceder ao actual!
A não ser que seja o mesmo :-(
The Washington Post has a story today about the death of the "smooth jazz" radio format.
While I'm happy to hear less Kenny G, Najee and company on the airwaves, I can't help but fear that what will replace them will be even worse.
Para dizer: não tenho nenhum receio do Governo que possa suceder ao actual!
A não ser que seja o mesmo :-(
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Ironias
Sábado, 12 de Abril de 2008
Quotes # 26
Blues is to jazz what yeast is to bread - without it, it's flat.
Carmen McRae
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Disco do mês
A Jazzensemble des Hessischen Rundfunks (Frankfurt Radio Orchestra) foi casualmente descoberta pelo Pescador no ciberespaço. Agradável surpresa!
Pesquisei um pouco sobre ela e não obtive grandes resultados. Mas penso que conseguirei apresentar este projecto e a sua música a jazzistas pouco atentos como eu, a quem ele passou despercebido durante muitos anos.
A JHR foi formada em 1958 tendo por “patrono” Horst Lippman, pioneiro da cena musical jazzística em Frankfurt no pós-guerra. Por um período de quase 4 décadas a JHR gravou mais de 2.000 temas que abrilhantaram as emissões da Hessischer Rundfunk (German Public Radio for the State of Hessen).
Subjacentes à sua formação estavam os pressupostos da não existência de vínculos comerciais e de pressões de mercado sobre a música tocada. Queriam-se liberdade e experimentalismo.
Ao núcleo duro da banda, que persistiu ao longo da sua vida, pertenceram Albert e Emil Mangelsdorff, e Joki Freund; contando com a colaboração de músicos do jazz alemão como Heinz Sauer, Günter Lenz, Ralf-R. Hübner, Eberhard Weber, Volker Kriegel, Rainer Brüninghaus, Alexander von Schlippenbach, entre outros.
Mas as portas sempre estiveram abertas a inúmeros músicos de outras origens. Escandinavos, suíços, holandeses, franceses, dos países de leste e norte-americanos. Uma verdadeira instituição musical sem fronteiras.
Pesquisei um pouco sobre ela e não obtive grandes resultados. Mas penso que conseguirei apresentar este projecto e a sua música a jazzistas pouco atentos como eu, a quem ele passou despercebido durante muitos anos.
A JHR foi formada em 1958 tendo por “patrono” Horst Lippman, pioneiro da cena musical jazzística em Frankfurt no pós-guerra. Por um período de quase 4 décadas a JHR gravou mais de 2.000 temas que abrilhantaram as emissões da Hessischer Rundfunk (German Public Radio for the State of Hessen).
Subjacentes à sua formação estavam os pressupostos da não existência de vínculos comerciais e de pressões de mercado sobre a música tocada. Queriam-se liberdade e experimentalismo.
Ao núcleo duro da banda, que persistiu ao longo da sua vida, pertenceram Albert e Emil Mangelsdorff, e Joki Freund; contando com a colaboração de músicos do jazz alemão como Heinz Sauer, Günter Lenz, Ralf-R. Hübner, Eberhard Weber, Volker Kriegel, Rainer Brüninghaus, Alexander von Schlippenbach, entre outros.
Mas as portas sempre estiveram abertas a inúmeros músicos de outras origens. Escandinavos, suíços, holandeses, franceses, dos países de leste e norte-americanos. Uma verdadeira instituição musical sem fronteiras.


Albert Mangelsdorff, Heins Sauer, Emil Mangelsdorff, Joki Freund e Günter Kronberg (Foto: Kurt Bethke)
O CD que contém algumas das gravações da JHR, Atmospheric Conditions Permitting, não pode ser considerado representativo, nem fazer justiça ao historial da orquestra, dada a enorme quantidade de material disponível. Muito menos os 2 temas que aqui deixo: Bagpipe song (1967) e Kauf dir einen bunten luftballon(1992). Escolhi-os por serem bem-humorados, irónicos e fáceis de ouvir. Em detrimento de peças mais elaboradas e com texturas sonoras mais complexas.
Em Bagpipe song temos nos clarinetes Tony Scott (à esquerda) e Karel Krautgartner, compositor do tema (à direita).
Em Bagpipe song temos nos clarinetes Tony Scott (à esquerda) e Karel Krautgartner, compositor do tema (à direita).
Kauf dir einen bunten luftballon resultou da colaboração da pianista Aki Takase com Thomas Heberer na trompete.
Terça-feira, 8 de Abril de 2008
Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
Os melhores do mundo
Los mejores barbos del mundo son los de la Carrascosa. Para pescar por supuesto! Para freír en una sartén a mi me gustan más los del rio Ocreza y los del rio Ponsul!
Sábado foi dia de pesca na Carrascosa. Decorridos cerca de 2 anos desde a última pescaria aos ciprinídeos por essas paragens, regressei!
A selecção dos pesqueiros foi complicada porque estava sinalizada uma vasta área reservada a uma prova dos pescadores de Plasencia. Após voltas e voltinhas descobrimos um recanto sossegado onde pimpões e barbos desovavam junto à margem.
Montado o estaminé procedi à sondagem. O pesqueiro era menos profundo do que aparentava. Com 11 metros de cana a profundidade situava-se abaixo dos 3 metros. Paciência. Todos sabemos que o barbo encosta se estiver disposto a comer.
A engodagem inicial foi feita com grão (cânhamo, ervilhaca e algum milho). O 1º peixe não tardou mais de 20 minutos. Um belíssimo barbo atómico que nadava nas águas que já arrefeceram a central de Almaraz! Decididamente não era dia de pimpões. Estes, que geralmente são os primeiros a dar sinal de vida, teimavam em permanecer distantes dos anzóis.
Os toques e os peixes sucederam-se ao longo do dia; em intervalos de tempo razoáveis que não geravam nem impaciência nem saturação por excesso de peixe. Se tivesse colado asticot possivelmente a cadência seria mais elevada; a preguiça venceu e optei por fisgá-lo solto quando o vento amainou.
Aí pelas 16 horas o peixe quase deixou de picar. A sombra acentuada da cana de pesca numa água muito transparente e pouco profunda assustava-o. Até os pimpões que durante algumas horas andaram numa roda-viva, para trás e para a frente, ao verem-na projectada na água davam às de vilas-diogo com quantas barbatanas tinham.
Balanço da pescaria: 15 barbos entre 1 Kg e 1,5 Kg e 3 pimpões de tamanho considerável. Carpas? Apenas uma que desferrou à entrada para o camaroeiro. Para matar saudades foi uma rica pescaria. Não como as de antigamente, mas ainda assim boa!
E uma rica dor de costas ou, como diria o nosso Primeiro-ministro no seu melhor castelhano, una forte dolor de cuestas.
Sábado foi dia de pesca na Carrascosa. Decorridos cerca de 2 anos desde a última pescaria aos ciprinídeos por essas paragens, regressei!
A selecção dos pesqueiros foi complicada porque estava sinalizada uma vasta área reservada a uma prova dos pescadores de Plasencia. Após voltas e voltinhas descobrimos um recanto sossegado onde pimpões e barbos desovavam junto à margem.
Montado o estaminé procedi à sondagem. O pesqueiro era menos profundo do que aparentava. Com 11 metros de cana a profundidade situava-se abaixo dos 3 metros. Paciência. Todos sabemos que o barbo encosta se estiver disposto a comer.
A engodagem inicial foi feita com grão (cânhamo, ervilhaca e algum milho). O 1º peixe não tardou mais de 20 minutos. Um belíssimo barbo atómico que nadava nas águas que já arrefeceram a central de Almaraz! Decididamente não era dia de pimpões. Estes, que geralmente são os primeiros a dar sinal de vida, teimavam em permanecer distantes dos anzóis.
Os toques e os peixes sucederam-se ao longo do dia; em intervalos de tempo razoáveis que não geravam nem impaciência nem saturação por excesso de peixe. Se tivesse colado asticot possivelmente a cadência seria mais elevada; a preguiça venceu e optei por fisgá-lo solto quando o vento amainou.
Aí pelas 16 horas o peixe quase deixou de picar. A sombra acentuada da cana de pesca numa água muito transparente e pouco profunda assustava-o. Até os pimpões que durante algumas horas andaram numa roda-viva, para trás e para a frente, ao verem-na projectada na água davam às de vilas-diogo com quantas barbatanas tinham.
Balanço da pescaria: 15 barbos entre 1 Kg e 1,5 Kg e 3 pimpões de tamanho considerável. Carpas? Apenas uma que desferrou à entrada para o camaroeiro. Para matar saudades foi uma rica pescaria. Não como as de antigamente, mas ainda assim boa!
E uma rica dor de costas ou, como diria o nosso Primeiro-ministro no seu melhor castelhano, una forte dolor de cuestas.
Ficha Técnica:
Cana de pesca à francesa Colmic RBS Mygra aos 11 metros, equipada com elástico interior tubular com 2,50 metros.
Bóia de 2 gramas calibrada com uma olivete de 1,75 gramas e alguns chumbinhos.
Corpo de linha suficientemente robusto para suportar um terminal 0,20 Tubertini com 40 cm, que prendia um Kamasan Animal nº 18.
Engodagem regular com cânhamo, um mix de ervilhaca e milho, e asticot fisgados. Não utilizei farinhas.
Cana de pesca à francesa Colmic RBS Mygra aos 11 metros, equipada com elástico interior tubular com 2,50 metros.
Bóia de 2 gramas calibrada com uma olivete de 1,75 gramas e alguns chumbinhos.
Corpo de linha suficientemente robusto para suportar um terminal 0,20 Tubertini com 40 cm, que prendia um Kamasan Animal nº 18.
Engodagem regular com cânhamo, um mix de ervilhaca e milho, e asticot fisgados. Não utilizei farinhas.
No regresso tiveram lugar as indispensáveis cañas em Ceclavín, junto ao Alagón; e o já habitual repasto no Ladoeiro, no restaurante Âncora, onde devorámos uma feijoada de chocos e uma carne de porco à alentejana. Comemos que nem abades, alarves, à tripa-forra, ou ataviámos a mula, como quiserem.
Que hajam muitas como esta!
Que hajam muitas como esta!
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
Playlist - Abril
Estou a acabar com uma gripe e não me apetece soprar! Saxofones, trompetes, trombones, clarinetes, e outros que mais, ficam fora do gira-discos este mês.
Temos uma dose dupla de trio de piano, contrabaixo e bateria: o trio de Dan Cray toca let’s face the music and dance; depois, promesse d’amore, tema de Ennio Morricone para o filme Ninfa Plebea (The Nymph) de Lina Wertmüller, com Enrico Pieranunzi, Marc Johnson e Joey Baron.
Rockin’ in rhythm numa grande interpretação do MJQ e catch na guitarra de Pat Martino.
Temos uma dose dupla de trio de piano, contrabaixo e bateria: o trio de Dan Cray toca let’s face the music and dance; depois, promesse d’amore, tema de Ennio Morricone para o filme Ninfa Plebea (The Nymph) de Lina Wertmüller, com Enrico Pieranunzi, Marc Johnson e Joey Baron.
Rockin’ in rhythm numa grande interpretação do MJQ e catch na guitarra de Pat Martino.
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