Este mês saiu da prateleira, após um período de hibernação, o disco Road Movies do compositor contemporâneo John Adams, tendo sido ouvido com extremo agrado.
É um mau hábito, isto de comprar meia dúzia de discos, de os ouvir 1 ou 2 vezes, e de os colocar na prateleira; muitos deles são injustamente votados ao esquecimento por não haver tempo para uma audição cuidada antes da entrada em armazém da seguinte meia dúzia.
Não sendo propriamente um disco de jazz, deixa transparecer em algumas das peças ecos da música tradicional norte-americana; é um disco “muito bonito” que se ouve facilmente e que está despojado dos pseudo intelectualismos e pseudo experimentalismos que encontramos em muita da música contemporânea tida por erudita.
O Pescador, homem de orelhas mais tradicionalistas que vanguardistas, tem por preferida Hallelujah Junction, uma peça para 2 pianos composta em Abril de 1988; nome que deriva de uma estação de serviço na auto-estrada 49, em High Sierras, fronteira dos estados da Califórnia e Nevada. Muito recomendável (a peça!!! a estação de serviço não sei).
É um mau hábito, isto de comprar meia dúzia de discos, de os ouvir 1 ou 2 vezes, e de os colocar na prateleira; muitos deles são injustamente votados ao esquecimento por não haver tempo para uma audição cuidada antes da entrada em armazém da seguinte meia dúzia.
Não sendo propriamente um disco de jazz, deixa transparecer em algumas das peças ecos da música tradicional norte-americana; é um disco “muito bonito” que se ouve facilmente e que está despojado dos pseudo intelectualismos e pseudo experimentalismos que encontramos em muita da música contemporânea tida por erudita.
O Pescador, homem de orelhas mais tradicionalistas que vanguardistas, tem por preferida Hallelujah Junction, uma peça para 2 pianos composta em Abril de 1988; nome que deriva de uma estação de serviço na auto-estrada 49, em High Sierras, fronteira dos estados da Califórnia e Nevada. Muito recomendável (a peça!!! a estação de serviço não sei).









